Das Sobras Divinas à Arte

Sobras Divinas

18.01.2010

Três artistas plásticos se reúnem para refletir em suas obras sobre sobras e força criativa

Do todo, o que não tem proveito, chamamos de sobra. Sobra arte, sobra mercado, sobra lixo, sobram marginais, sobram becos, balas, sangue, dinheiro, política, líderes. Também sobram religiões, pensamentos, opiniões, sobram santos e divindades, sobram vivos e sobram mortos, sobram novos vírus e velhos vermes.

É sobre o pressuposto da relação intrínseca entre o fim e o recomeço, a sobra e a força criativa, que o Centro de Cultura UFMG recebe até 10 de fevereiro a coletiva Sobras Divinas.

A exposição é fruto da seleção de obras dos artistas Luciano Irrthum, Viváine Rebouças e Zé Armando.

Luciano Irrthum. O estilo é figurativo, com foco em cenas do cotidiano, cultura popular, dentre outros. As pinturas são fortemente influenciadas pela linguagem dos quadrinhos.

Viváine Rebouças. O estilo é figurativo com foco na cor e na emoção. Temática influenciada por memórias, cenas da cultura pop, música, cinema, dentre outras.

Zé Armando. O artista utiliza bonecos de pano como meio para expressão visual e tátil. A temática é na irreverência, ironia e sexualidade.

Detalhes

Sobras Divinas

Até 10/02 no Centro Cultural UFMG

De segunda a sexta, das 10 às 21h – Finais de semana e feriados das 10 às 18h

www.mondobhz.com.br