Nenhum prato estrangeiro conseguiu fazer tanto sucesso no Brasil quanto o macarrão. Por isso seria imperdoável se ele demorasse muito a figurar nessa coluna.
Pois bem, se você quer comer uma pasta suculenta e deliciosa, vá ao Recanto Verde, ali no bairro Sagrada Família.
Com a maioria das mesas espalhadas pelo salão interno e algumas pela calçada, o ambiente é simples, acolhedor e familiar.
Especializado em massas e em comida mineira, o restaurante tem entre seus maiores sucessos o feijão tropeiro e o filé à parmegiana.
Mas é o espaguete à bolonhesa o campeão de popularidade. Servido em uma travessa, ele chega à mesa coberto por muçarela fresca ralada, que após alguns minutos já está derretida em meio ao bem temperado e caprichado molho de tomates com carne muito bem moída.
Para acompanhar, apenas um pouco do suave azeite Andorinha e uma cuidadosa medida do forte e perfumado molho de pimentas encontrado nas mesas. Algo mais que isso seria um pecado.
Clássico da culinária mundial, este italianíssimo prato é facilmente encontrado nos restaurantes e lares brasileiros. E foi justamente esta popularização que fez com que ficasse cada vez mais difícil encontrar um lugar que consiga surpreender e empolgar na apresentação da receita. Pois o Recanto Verde conseguiu este feito.
As porções estão disponíveis em três tamanhos. A pequena serve duas pessoas e sai a R$15,90, a média custa R$21,50 e a grande, por R$25,90, serve quatro pessoas em média.
Se quiser sair do lugar comum, a casa oferece omeletes, pizzas, petiscos, pratos à base de peixes e outros 26 tipos de massas.
A cerveja, a R$4,10, é geladíssima, e tem a função de aguçar a fome de quem espera a comida à mesa.
O restaurante aceita cartões Visa e Mastercard. Fica aberto até as 4 horas da madrugada nos finais de semana e não entrega em casa.
Portanto, se você ficou com fome, reúna os amigos, pegue o carro e vá até o Recanto Verde. Você não vai se arrepender. Eu garanto.

Daniel Neto, o Nenel, 28 anos, é jornalista por formação, músico por paixão e boêmio por hereditariedade. Formado pela Universidade Fumec, em Belo Horizonte, já trabalhou como repórter e redator de revista especializada em enogastronomia. É apreciador da baixa gastronomia de qualidade e, nas horas vagas, se arrisca na cozinha. Entre em contato com ele ou siga-o no twitter.
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