
O Instituto Cervantes de Belo Horizonte recebe, até 15 de agosto, a mostra Fotciência, concurso espanhol dedicado à fotografia científica.
Buscando exibir a ciência sob uma perspectiva próxima ao universo comum, o concurso é organizado pelo Conselho Superior de Pesquisas Científicas e a Fundação Espanhola para a Ciência e Tecnologia, tendo recebido 673 fotografias de 300 participantes. Deste universo, as 50 melhores estarão expostas em Belo Horizonte, selecionadas pelo valor científico, tanto em termos artísticos quanto na capacidade de expressar o tema.
Na categoria Micro (fotografias de objetos menores ou iguais a 1 milímetro), são ao todo 24 imagens. Curiosidades como champignons gerados eletricamente com cobalto em um balde de resina, a cordilheira montanhosa que na verdade são nano-fios de óxido de silício e uma teia de aranha que na realidade é sangue coagulado que recebeu adição de cloreto de cálcio, podem ser conferidas, juntas a outras 26 imagens inseridas na categoria geral (objetos com mais de 1 milímetro).
María Salud Sánchez Márquez e Íñigo Zabaldecoa venceram na categoria Geral com a fotografia Endófitos. Como em 2010 se comemora o Ano internacional da Biodiversidade, o concurso abriu essa categoria e premiou a fotografia Canto de sirenas (imagem anexa), de Nicolás Sánchez-Biedma, sobre os peixes-boi da Flórida.

Em Belo Horizonte, curte bares discretos, livrarias e feriados prolongados e vazios. É Jornalista, amante de literatura, música e tecnologia. Também é editor da Revista Opperaa. Siga-o no Twitter ou no Facebook.
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