
Do todo, o que não tem proveito, chamamos de sobra. Sobra arte, sobra mercado, sobra lixo, sobram marginais, sobram becos, balas, sangue, dinheiro, política, líderes. Também sobram religiões, pensamentos, opiniões, sobram santos e divindades, sobram vivos e sobram mortos, sobram novos vírus e velhos vermes.
É sobre o pressuposto da relação intrínseca entre o fim e o recomeço, a sobra e a força criativa, que o Centro de Cultura UFMG recebe até 10 de fevereiro a coletiva Sobras Divinas.
A exposição é fruto da seleção de obras dos artistas Luciano Irrthum, Viváine Rebouças e Zé Armando.
Luciano Irrthum. O estilo é figurativo, com foco em cenas do cotidiano, cultura popular, dentre outros. As pinturas são fortemente influenciadas pela linguagem dos quadrinhos.
Viváine Rebouças. O estilo é figurativo com foco na cor e na emoção. Temática influenciada por memórias, cenas da cultura pop, música, cinema, dentre outras.
Zé Armando. O artista utiliza bonecos de pano como meio para expressão visual e tátil. A temática é na irreverência, ironia e sexualidade.
Sobras Divinas
Até 10/02 no Centro Cultural UFMG
De segunda a sexta, das 10 às 21h – Finais de semana e feriados das 10 às 18h

Em Belo Horizonte, curte bares discretos, livrarias e feriados prolongados e vazios. É Jornalista, amante de literatura, música e tecnologia. Também é editor da Revista Opperaa. Siga-o no Twitter ou no Facebook.
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